Coitada da flor... toda despedaçada.
Cá, assim, estou. Por dentro e por fora.
Quem me vê assim passar,
mal imagina o quanto ando sofrendo.
Distribuo sorrisos querendo me enganar,
fingindo que tristeza não estou tendo.
A vida é feita de grandes alegrias
e de grandes desilusões.
E eu, sem saber do meu caminho,
sigo sempre pianinho
nos braços de tanta canção!
Minha arma é pacífica, pra tentar
viver em paz esses dias.
Não é feita de ferro, nem de aço,
mas com muita fé e acho que
ela é a maior de todas;
o amor. (16/08/09)
MarinaC.
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
#28 - nossas melodias
Uma parceria entre Rafael Ayala & Marina Cavalcante
Nunca foi somente pela beleza
Nem por bens, posse, riquezas
Se eu soubesse te dizer
Nem consegueria entender
Nem eu conseguiria contar
Seria assim e assim o é:
Inexplicável, faz a razão calar e gritar o coração
Quem é cego vê, quem é surdo escuta
Como não ouvir os gritos sem contenção?
Como se fingir de morto?
Como não pensar em amor?
Se o cego sente, escuta
Se o surdo sente, vê
Como não sentir, ver e escutar?
Teus olhos, pra mim, encanto
Teu sorriso, pra mim, refúgio
Como não pensar em te ter?
Como calar o coração que quer tanto te dizer?
Como se fingir de morto?
Isso eu queria saber.
Nunca foi somente pela beleza
Nem por bens, posse, riquezas
Se eu soubesse te dizer
Nem consegueria entender
Nem eu conseguiria contar
Seria assim e assim o é:
Inexplicável, faz a razão calar e gritar o coração
Quem é cego vê, quem é surdo escuta
Como não ouvir os gritos sem contenção?
Como se fingir de morto?
Como não pensar em amor?
Se o cego sente, escuta
Se o surdo sente, vê
Como não sentir, ver e escutar?
Teus olhos, pra mim, encanto
Teu sorriso, pra mim, refúgio
Como não pensar em te ter?
Como calar o coração que quer tanto te dizer?
Como se fingir de morto?
Isso eu queria saber.
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