quinta-feira, 27 de agosto de 2009

#29 - esperança

Coitada da flor... toda despedaçada.

Cá, assim, estou. Por dentro e por fora.

Quem me vê assim passar,

mal imagina o quanto ando sofrendo.

Distribuo sorrisos querendo me enganar,

fingindo que tristeza não estou tendo.


A vida é feita de grandes alegrias

e de grandes desilusões.

E eu, sem saber do meu caminho,

sigo sempre pianinho

nos braços de tanta canção!


Minha arma é pacífica, pra tentar

viver em paz esses dias.

Não é feita de ferro, nem de aço,

mas com muita fé e acho que

ela é a maior de todas;

o amor. (16/08/09)

MarinaC.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

#28 - nossas melodias

Uma parceria entre Rafael Ayala & Marina Cavalcante

Nunca foi somente pela beleza
Nem por bens, posse, riquezas

Se eu soubesse te dizer
Nem consegueria entender
Nem eu conseguiria contar
Seria assim e assim o é:
Inexplicável, faz a razão calar e gritar o coração

Quem é cego vê, quem é surdo escuta
Como não ouvir os gritos sem contenção?
Como se fingir de morto?
Como não pensar em amor?

Se o cego sente, escuta
Se o surdo sente, vê
Como não sentir, ver e escutar?

Teus olhos, pra mim, encanto
Teu sorriso, pra mim, refúgio

Como não pensar em te ter?
Como calar o coração que quer tanto te dizer?
Como se fingir de morto?
Isso eu queria saber.