sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
#78 - dois mil e onze
E hoje eu parei e pensei: ...é que todo ano pode ser o melhor já vivido.
Eu parei pra pensar nisso hoje e percebi o tanto de razão e emoção que esse pensamento tem. "Amar como se não houvesse o amanhã." Feliz é quem ama!
Eu desejo um FELIZ 2011!
Que nesse ano possamos aproveitar inúmeros maravilhosos momentos ao lado das pessoas que amamos e que Deus esteja sempre presente em nossos corações trazendo PAZ e AMOR!
* Saúde e Luz *
31.12.10 - MarinaC.
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
#77
Teu braço macio
Teu perfume
Teu jeito de amar
Um dia eu te encontrei
E te sonhei
Te revi
E te vivi
Te beijei
E, mais uma vez, te quis
Um dia eu voltei
Te reli
Me espantei
E, mais uma vez, eu te quis
Um dia você partiu
Eu chorei
Um dia você voltou
Ah, como eu sonhei
Um dia você me encontrou
E cantou...
Eu te escutei
Te revivi
Te ouvi
E, de novo, te amei
23/12/10 - MarinaC.
sábado, 25 de dezembro de 2010
#76 - um feliz Natal

Arrá! Pensaram que eu ia esquecer de vocês, não é? Jamé, queridons! hehe... E vim aqui hoje desejar um belíssimo Natal para cada um de vocês. Que a luz do Senhor consiga iluminar muito, muito, muito suas famílias e casas! Que os coraçõeszinhos estejam, hoje, mais felizes e em paz para que, assim, possam receber da melhor forma o ano que há de vir! Eu desejo também muitas linhas de vida, poesia e música. Que Deus os abençoe grandemente! Um grande abraço da colega bloguista,
Marina Cavalcante
"Que o Natal seja mais um momento em que as pessoas acreditem que vale a pena viver um Novo Ano." (Autor desconhecido)
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
#76 - pensamento e ideias vãs. será?
14/12/10 - MarinaC.
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
#75 - da falta
todos os dias.
Você, cadê você? Por onde andam esses olhos?
O que têm visto esses olhos?
O que tem te feito sorrir?
E o teu peito, pelo o que tem chorado o teu peito?
Você...
Onde anda você?
Que tanta falta me faz...
Que tanto me mata por desaparecer...
Ah, se eu pudesse entender o que dizem os seus olhos...
02/12/10 - MarinaC.
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
#74
É do choro não parar.
É de sem sentido tudo ficar.
É do riso se perder.
É de só ter vontade de você.
É ter vontade de voltar no tempo.
É ter carência do teu olhar.
É ter carência do beijo teu.
Teu sorriso, meu beijo em teu sorriso.
É de não parar de pensar como aconteceu.
O que aconteceu?
Fui eu?
É do peito derramar.
É da lágrima sufocar.
É do olho fechar...
É do olho fechar e só querer voltar
A enxergar se for pra te ver...
Se for pra te viver...
Se for pra te ver sorrir e voltar...
dos meus mais profundos sentimentos
26/11/10 - MarinaC.
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
#73
É do tempo se tornar longo demais.
É do choro ser muito. Choro rio. Chorar lagos.
É do peito desaguar no mar quando não te tem por perto.
E o peito que inunda é feito rio em tempo de enchente.
Meu amor, não me deixe.
[você veio como um sonho bom.
17/11/10 - 24/11/10 - MarinaC.
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
#72
[apesar do teu ar de monalisa. E o teu olhar me olha. Teu olhar me olha.
Teu olhar me olha. E eu me derreto toda. Você é um gatinho manso.
Manhoso. E eu sinto falta do teu dengo. Do teu beijo. Teu calor.
Teu susurro. Nosso dançar. Meia-noite Alceu Valença a cantar.
Sinto saudade do teu amor
[sereno bem de amor em mim.
01/10/10 - MarinaC.
domingo, 10 de outubro de 2010
#71 - impressões
No entanto não o sei
Sou o que posso ser
Mas não sei o que sou
E ninguém é capaz de saber
Sou o que em mim soa
Minha fala
Meu canto
Acalanto
Pro meu ressoar de menina
Sentimento e canção
C a n ç ã o e f u l ô
Raízes de um coração
Mundano
Mas repleto de amor
10/10/10 - MarinaC.
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
#70 - paisagem de interior
Dos tempos de menina
Pé no chão e pião
Víamos Deus através da chuva
Ao luar conversávamos
À meia luz de um lampião
Naquela quentura do dia
Doía os pés da pobre tia
Que buscava água do ribeirão
No friozinho da noite
A calmaria vinha
Seu João buscava a sacola
Dentro, uma viola
E todo mundo na roda cantava
Inté amanhecer o dia
18/09 ; 20/09 - MarinaC.
quinta-feira, 22 de julho de 2010
#67 - com gosto de mel
Um exímio vivant. Grande amigo, filho, pai, marido e professor.
Ou melhor, educador. Teu sorriso e teus conselhos, ouro de mina.
Não poder mais te ver e ouvir? Sina. Mas, cá dentro você vive.
E vive forte. E vive destemido. Uma vida sincera e livre de quaisquer
conflitos. Plenos e eternos serão os momentos compartilhados,
as lembranças deixadas e as lições aprendidas. - Tão repentino,
tão cruel! Por quê? - Peço que, junto ao Pai, você descanse e possa
nos iluminar. Budy, someday we'll meet...
terça-feira, 13 de julho de 2010
#65 -de'um'eu
do meu rosto. um sorriso tão convincente que se exibe! por detrás
um cheiro, um perfume, um beijo, um gesto, tudo ainda tão presente
que o meu pensar se perde entre as lembranças e, perdida, eu não
busco me achar. acredita? não procuro socorros. eu chego a sufocar
num mar de passado. e passado, eu sei, fará do meu presente um erro,
totalmente equivocado. mas, que fazer se o peito insiste em não
desaguar? é de tempo, é de tempo (uns dizem) que eu preciso. cabeça,
tronco e membros buscam a superfície. buscam não uma ilha.
mas, TERRA. cravejado de emoções, o peito... cravejado de saudade.
um peito que implora atenção. um corpo necessitado de razão.
pois, se não for assim, continuará em aspecto deplorável. o sorriso?
''válido por 30 segundos''. e aí?
à noite, a voz da consciência alumia:
esquece as regras! esquece o medo!
te permite de novo errar!!!
13/07/10 - MarinaC.
segunda-feira, 5 de julho de 2010
#63 - palavras ao vento
O coração ficou só
O peito em movimentos bruscos
Ia e vinha
Murchando e reacendendo
Profundos batimentos
De um ser cuja alma pôs-se a vagar
Mais um pouco, sente a água no corpo
Ajoelha-se em frente a pia
E abre os braços
Como querendo cura
Como querendo redenção
Como procurando o abraço teu
Como querendo renovação
[Água com açúcar
Nem sempre resolve
Mas, sempre vale a tentativa]
No meio da noite
O pensamento
Vagando
Feito cachorro
Coração vagabundo
A te procurar
No meio da noite
Os olhos enchem-se de lágrimas
O peito inunda
O corpo imerge
E valendo-se de música, canta
Ainda que choroso
Beiçando a solidão
Debaixo do chuveiro
Um conselho que resolvera seguir
Disseram-lhe que as águas renovam
E num é que ali mesmo pôs-se a sorrir?
As lágrimas
Ah, as lágrimas!
Confudiram-se com a água
A água já não molhava
O choro que me inundava
Meu pranto que não parava
No meio da noite
Cessou
Era a minh'alma que chegava...
[E, enfim, será que não foi o açúcar
com a água?]
05/07/10 - MarinaC.
sábado, 19 de junho de 2010
Não é tristeza
e, assim, só consigo te ver.
É que andas com o meu coração a tiracolo...
e, assim, só consigo te sentir.
É que andas com o meu pensamento nos ombros...
e, assim, só consigo indagar: Quando eu vou te ver?
É que o encanto ficou em mim...
E tudo o que era meu, então, quis ir em tua direção.
E, assim, como EU fico?
Mando-te um beijo, querido.
Não interpretes erroneamente os meus versos.
Nem é sofrimento. Nem é tristeza. Nem é cobrança.
(Nada disso eu teria motivos para sentir)
É só que o meu eu-lírico atacou quando viu a tua foto.
E a saudade ajudou...
quarta-feira, 2 de junho de 2010
#62 - Olhos
Só ele, mais ninguém, pra me fazer sorrir feito neném no colo
de um alguém que brinca e sorri, também... tão gostoso, tão zen!
Só ele, mais ninguém, consegue flutuar... E me fazer flutuar junto
àquela canção que embala nosso sentimento.
Só ele pode, mais ninguém, me dar colo e enxugar as minhas
lágrimas de criança...
Só ele me salva, mais ninguém, de mim mesma... Naqueles dias
em que nós precisamos ser lidos... Ele me salva sem nada dizer,
sem nada contar, sem nada falar... Só me olha... E com esses olhos,
que só ele tem, me carrega pra sempre... E sempre...
02/06/10 - MarinaC.
quarta-feira, 26 de maio de 2010
#61 - Lírio
vontade de escrever... espero que gostem! Beijos! ]
Na cidade choveu
Hoje choveu na cidade
E tudo cinza ficou
Mas, o cinza era só na cor
O temperamento era outro
Anti-dor
Iniciava-se uma época linda
E lindas flores brotaram
Sol e céu brilharam
Depois que a chuva passou
Menina se penteou
Ajeitou o vestido
Enamorou
Cresceu rápido
Enmoçou
Saudade sentiu
Problemas surgiram,
mas quem está imune?
Responsabilidade chegou
Hoje é um bom dia pra fotografar...
No ombro a máquina
E pela rua só girassóis ela desejava encontrar
Percebeu família e amigos por perto
Ficou sorriso aberto
E esperou que o dia acabasse, assim,
- Infinito -
De lembranças boas repleto
26.05.10 - MarinaC.
quinta-feira, 20 de maio de 2010
#60 - seus olhos
Imagine o mar.
Agora um alguém com olhos de mar aberto.
Isso é lindo.
- Eu me empolgo, admito.
Mas, é lindo mesmo...
Já imaginou?
Imagine, agora, mergulhar...
Se eu mergulhar, capaz de não querer voltar.
Querer (a)mar. Querer (a)mar. Navegar.
Capaz até de sereia virar...
Adorar Iemanjá e tudo mais que você
puder, agora, imaginar...
-Eu me empolgo, admito.
Mas, não é lindo pensar? =]
18/05/10 - MarinaC.
sábado, 15 de maio de 2010
#59 - límpido
E vou vagando
Ora sem brilho
Ora sem cor
Outrora pétalas de fina flor
Orquídea
Jasmim
Tulipa
Tudo aparece pra encher
o mundo de cor
E até Giragirassóis,
girando horizontes
Ou vermelha-flor,
enxendo de paixão os sonhos
O sol já está em nossas mãos
Espanto de dor
Espanta a dor
Qualquer cor que triste for
E daí
um arco-íris pinta minh(noss)'alma
09/05/10 - MarinaC.
sexta-feira, 7 de maio de 2010
#58 - um real de amor
vagos de outrora. Espero que gostem!
- Ah, quero desejar Feliz Aniversário a um queridíssimo colega
de nome Yslan. Inclusive ele tem até um blog, mas anda um
tanto quanto relapso. Rs Um beijo pra você e volte a postar! ]
Qual fascínio ele vê em viver assim
Com pré-destinado fim?
Tal qual mendigo na porta da lanchonete
Implorando um olhar
Estendendo a mão
A um(a) qualquer que passar...
Qual fascínio lhe brota no peito
pra querer cultivar tal desapego
À vida a dois?
Que fascínio, me diga, lhe bole por dentro
pra insistir em cultivar tamanho desprezo
Ao laço sem fim?
Qual fascínio, meu Deus, existe em
"mendigo" mesquinho
Que pede centavos
Que implora até um real de amor
Mas, nega-se ao olhar mais profundo?
Que fascínio é esse em cultivar
tamanho medo?
Tamanha indecisão - Não sei!
É essa solidão da alma...
E a vastidão do coração?
Nem quer explorar
Quer só esse desejo íntimo acorrentar
E pede razão, e pede razão, razão...
Tanta que deixa de lado qualquer emoção
Qualquer vida
Qualquer coração

07/05/10 - MarinaC.
terça-feira, 20 de abril de 2010
#57 - bordando saudade
Quero que fique assim bem verdadeiro.
Tal como a vontade de te ver agora.
Que é grande, que consome, que me enlouquece.
Ninguém me faz esquecer tua face rubra.
Envergonhado sorriso entre expressões cor-de-cereja.
- Ei, pr'onde pensa que vai, assim, no meio da noite?
Ele quer ganhar o mundo.
Mas, o faz de jeito muito embaralhado.
Nem sequer pensar ele quer.
E perambulando vai. Sem muito no bolso, e bolsa
grande nas costas...

20/04/10 - MarinaC.
quarta-feira, 7 de abril de 2010
#56 - soul
Eu nunca fui muito de pensar antes de agir. Sempre era na espoleta.
No reflexo. Na sola gasta que açoita o panguaré na estrada. Eu nunca
fui muito, na verdade, de pensar duas vezes antes de falar. Antes de
opinar. Antes de rebater. Antes de me pronunciar. Eu nunca fui de
pintar parede, de cultivar plantinhas nem de cedo acordar... apesar
de muito querer. Gostava mesmo era do carro do papai lavar.
Eu nunca fui de descrever. Sempre desenhava, pintava e bordava.
Sempre gostei mesmo de falar. Conversar e contar peripércias.
Saltar por aí, mundo afora alcançar. Sempre fui sonhadora e gostava
de sonhar. Inventava mil personagens, me perdia no próprio lençol
que, inda pouco, ajudava a embalar. Nunca contei carneirinhos.
Se dormir não conseguia, corria pro colo da mãe. Ligava a TV, via
hora passando e tocando canção. Hoje gosto de ver como em quase
nada mudei. A não ser no tamanho que, apesar de pouco, ganhei.
No coração ainda uma criança risonha, feliz. Que brinca com o papel
pintando, otimista, o sol que amanhã há de vir.
06/04/10 - MarinaC.
domingo, 4 de abril de 2010
#55 - some melody
colorir as vidas de todos nós! Desculpem-me a ausência...
estou sem computador. Grandes beijos e abraços!
Um mistério de mar
Com ar de marajá
Um charme no andar
E o sorriso a brilhar
Céu, também, a rutilar
Ao te ver
Quando contigo me deparar
Sonhar eu vou
Sonhos tão breves, sopros de ar
Rápidos feito lança a flechar
Intensos como coração a pulsar
Teu olhar penetra fundo
A alma de quem vos chegar
Falar, mirar
E o beijo é tal como mergulho
No mar
Ondas que querem levar
Um mistério que brota da chuva
que chove no mar
03/04/10 - MarinaC.
segunda-feira, 15 de março de 2010
#54 - o quê?
Quem melhor do que ele mesmo para me fazer esquecer?
Com essas atitudes, eu vou perder mesmo as esperanças.
Aliás...
Não se engane! - proclamou meu eu-lírico.
Que esperanças? Não existem mais. Não há mais
nem fundo do poço. Há somente um coração em terra.
Firme e real. Há um coração sambando errado. Mas,
sempre buscando o compasso. Há um pensamento cheio
de divagações. Uma alma meio tonta. Meio bole-que-bole.
Mas, que anda procurando, no escuro da noite ou no claro
do dia, a nota que falta pra completar aquela velha canção...
E, agora, canta... que eu quero te ver mais contente. =)
06/03/10 - MarinaC.
segunda-feira, 8 de março de 2010
#53 - Feliz Dia!
Não estava nos planos essa postagem,
mas era preciso.
Mulher
Esse ser que perfuma
Esse ser que encanta
E canta por aí
Nas manhãs
Suas manhas
Suas graças
Rosas em vida
Emoções da vida
Entregues ao amor
Mulher
Esse ser tão contraditório
Tão forte
Tão frágil
Tão decidida
Tão insegura e instável
Mulher
Que graça é ser mulher
Posso afirmar que é tamanha
Temos em nós o poder
Conquistar
Proteger
Lutar
Remar
Amar
Re-amar
=) 08/03/10 - MarinaC.
Simples homenagem. Parabéns pra nós!
sexta-feira, 5 de março de 2010
#52 - resposta

domingo, 21 de fevereiro de 2010
#51 - pois, é!
Te enchia de versos brancos e brandos
Sem cor e sem sal
Se eu não quizesse rima frouxa
Desenhava tal qual um parnasianista
Todas as idas e vindas
De um perfeito perfeccionista
Mas, eu quero é coisa moderna
Quero te ver assim
Moreno
Flor do meu jardim
Quero poder fazer rima besta e singela
Assim como o meu amor doidivanas
Sem métrica
Falar que nem um poeta de vera
Da alma, da vida, do choro e do riso
Sem deixar cair a peteca
08/01/10 - MarinaC.
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
#50 - mas, é carnaval
Me deixa em paz! Não te quero. Não te quero mais. Não te aceito pela
metade. Não pela metade. Necessito-te por inteiro. E não como num
carnaval, passageiro. Mas, vem aqui que na folia dançaremos.
Chuva, chuva. Chega, chuva! Pra lavar as nossas almas e aflorar
as nossas rosas. Rosas de paixão...
"Vou beijar-te agora,
não me leve a mal, hoje é carnaval"
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
#49 - da felicidade
Disritmado!
Os passos, descompassados.
O dia ficou cinza,
de repente,
ou fui eu que mudei?
Não ouço com alegria o samba cadenciado
Não vejo rebolado
Nem me atrevo a dançar
Talvez seja a tua ausência ...
Pronto. Chegou felicidade!
Verso livre em cordão
Tu, que és cheio de graça,
chegou iluminando tudo
Inclusive o meu coração
finalizado hoje, 11/02/10 - MarinaC.
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
#48 - way
Ps.: Parabéns para minha Tia Stella, queridíssima, amada.
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
#47 - vó
Levou consigo parte de mim
Nem perguntou se podia
Também, assim, não queria
Mas, partiu
Deixou saudades
Ah! Tantas saudades!
E aquela estrela lá no céu?
E aquela nuvem lá no céu?
E o próprio azul do céu?
Será você?
Ás vezes penso que
se agora nada disso for,
continuas Rosa
Só que, agora, em jardim celestial
01/02/10 - MarinaC.
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
#46 - Bicho Brabo

Bicho brabo é poema
Que quer anoitecer na gaveta
Sem olhar pro sol
Bicho brabo é cabeça
É cabeça de poeta
Poeta inacabado
Que quer anoitecer
te pensando, em sonho,
Não quer acordar
Bicho brabo é sentimento-paixão
Que, quando vem,
avassala o coração
E faz-nos querer pensar
em mais nada, não
